Nov 22, 2006

vago.

queria um texto, um texto de umas dez linhas, compacto, um parágrafo. um texto que ocupasse o seu espaço, de direito, neste beat quebrado. procurei, mishima, ferlinghetti, parker e brecht em vão, dois epitáfios, uma flor de lótus, a historia do cão. nenhum preenchia o requisito de ocupar o espaço sem significado maior. lembrei-me da frase final de uma crónica de motel, aliás, isso foi ao inicio, foi aí que tudo começou, mas entretanto perdi-me e cheguei à conclusão que assim bastava. ainda vou ter que contar as linhas.

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