Oct 28, 2011

desistência.

hesitei por momentos entre aceitar que a sua decisão tinha sido tomada em virtude de uma rectidão politica assinalável, como fazia adivinhar o seu discurso, ou se reflectia a aceitação da sua manifesta incompetência para resolver o assunto em questão.

Oct 27, 2011

Oct 26, 2011

como música para os meus ouvidos.

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a descrição ainda consegue ser melhor que o website.

Oct 23, 2011

im dead?

mas há coisas que mudam muito rápido: tudo é like, é raro ouvir uma valoração negativa justificada - ou mesmo não justificada, que também fica sempre bem.

Oct 22, 2011

mellow.

há coisas que não mudam: mensagens de outono e o logo do google.

Feb 19, 2009

90's

houve uma altura, devia ter uns vinte e poucos, que me fascinava com paisagens pós-industriais. lembro-me de olhar com admiração para estações de serviço, as linhas de novos modelos automóveis, o desenho das auto-estradas. vivia numa espécie de sonho futurista onde o aço tinha sido substituído por ligas leves e as arestas arredondadas, submetidas a um streamline cibernético.

Oct 19, 2008

Jul 1, 2008

2stenberg2.



mais desconcertante do que ser um artista-engenheiro envolvido na revolução de 1917, produzindo, ao som do jazz, cartazes para filmes de hollywood na mais pura estética constructivista...é serem dois. a obra gráfica dos irmãos stenberg é a groove* dos tempos que corriam feita cartaz, justamente formalizada nas mais impossiveis relações de escala e noções de gravidade. a leap into universal human culture...10 days to figure it out.

*Groove. Slang A very pleasurable experience.

Jun 25, 2008

infrahuman bean.

de tempos a tempos, por entre aqueles que compraram sapatos novos e os que amam incessantemente, aparecem blogs que prometem. este, diz-se, manobra desde 1755, e além de um apetite voraz, tem uma mão cheia de coisas boas na meia dúzia de posts que lhe dão forma. hola.

infrahuman bean

Jun 22, 2008

the lesser arts of life.

The Lesser Arts of Life may not seem to some of you worth considering, even for an hour. In these brisk days of the world, amidst this high civilization of ours, we are too eager and busy, it may be said, to take note of any form of art that does not either stir our emotions deeply, or strain the attention of the most intellectual part of our minds. Now for this rejection of the lesser arts there may be something to be said, supposing it be done in a certain way and with certain ends in view; nevertheless it seems to me that the lesser arts, when they are rejected, are so treated for no sufficient reason, and to the injury of the community; therefore I feel no shame in standing before you as a professed pleader and advocate for them, as indeed I well may, since it is through them that I am the servant of the public, and earn my living with abundant pleasure.


papel de parede wey - william morris

You understand that our ground is that not only is it possible to make the matters needful to our daily life works of art, but that there is something wrong in the civilization that does not do this: if our houses, our clothes, our household furniture and utensils are not works of art, they are either wretched makeshifts or, what is worse, degrading shams of better things.

william morris in
the lesser arts of life.
1882

Jun 20, 2008

sketching [ 2 ]



field sketching no meu sofá.

Jun 18, 2008

fun-system.


"uma das melhores provas que o princípio e a finalidade do consumo não é a fruição reside no facto de esta se encontrar hoje forçada e institucionalizada, não como direito ou como prazer, mas como dever do cidadão.
(...)
o consumidor e o cidadão moderno não têm que se esquivar à coacção de felicidade e de prazer, que na nova ética constitui o equivalente da obrigação tradicional de trabalho e de produção. o homem moderno passa cada vez menos a vida na produção pelo trabalho e cada vez mais na produção e inovação contínua das próprias necessidades e do bem-estar. deve velar pela mobilização constante de todas as virtualidades e capacidades consumptivas. se se esquecer, lembrar-lhe-ão com gentileza e insistência que tem o direito de ser feliz. "

jean baudrillard

in a sociedade de consumo.

Jun 17, 2008

enjoy yourself.



já me tinham dito e não acreditei. mas parece que sim e faz todo o sentido. o único festival que lhes é permitido é o fuji rock, porque a única coisa que pode tornar este regresso amargo é ter que não me deslocar a um qualquer festival para ouvir the specials antes, ou depois, de uma banda indie pop manhosa.

Jun 14, 2008

headline.

o design é uma invenção socialista.

May 17, 2008

May 7, 2008

what is design?


| what is your definition of "design"?
| a plan for arranging elements in such a way as to best acomplish a particular purpose. | is design an expression of art ( an art form )? | design is an expression of the purpose. it may ( if it is good enough) later be judged as art | what are the boundries of design? | what are the boundries of problems? | does the creation of design admit constraints? | design depends largely on constraints | what constraints? | the sum of all constraints. here is one of the few keys to the design problem - the ability of the designer to recognize as many of the constraints as possible - his willingness and enthusiasm for working whitin these constraints - the constraints of price, of size, of strenght, balance, of surface, of time, etc; each problem has its own peculiar list. | does design obey laws? | aren't constraints enough?

in entrevista a charles eames.

Apr 18, 2008

obras em casa.



já se sabe, casa de carpinteiro, espeto de ferro. a casa mãe esteve anos (!) sem ser actualizada, por baixo da ponte passaram inúmeros trabalhos e projectos, sem a menor divulgação. os últimos meses têm sido excitantes e há coisas que não devem passar em claro, resolvemos finalmente por as mãos à obra e começar a delinear o novo site. entretanto, vai e não vai, já dá para fazer a subscrição de uma newsletter, a ser enviada nos próximos tempos, com algumas coisas que se vão fazendo na casa das formigas. aqui.

Apr 8, 2008

sketching.



primeiros exercícios de field sketching para a cadeira de ilustração cientifica. passados quase 10 anos volto a mexer em lápis de cor e aguarelas, já não me lembrava o quanto me dava bem com estes materiais, principalmente com as aguarelas. a ilustração cientifica é um mundo, e os cadernos de apontamentos um hábito que gostava não voltar a perder. na imagem, um larus fuscus jovem, avistado no porto de leixões. só depois dos quatro anos de idade é que ficam com aquela pinta normal de gaivota; corpo branco, asas cinzentas, bico amarelo com vermelho na ponta.

Feb 12, 2008

...



nem comunidade cibernauta iraniana, nem outra qualquer, nada, não vejo nada, o disco estoirou e com o estoiro foram as passwords do sitemeter. tenho que tirar e depois voltar a colocar o blog em observação estatística. não vai ser hoje, porque tenho muita coisa para fazer, tanta coisa para fazer que nem sei para onde me vou virar, daí ter resolvido escrever este post primeiro. acresce este sol, que me tem puxado para a praia todos os dias e mil e uma ideias, mais alguns desenhos. a angustiante impressão que nunca há tempo para nada e que a conquista do mundo é um projecto irremediavelmente atirado para agosto.

Jan 22, 2008

barrakuda.



sempre fui um junkie de foruns.
eu e o garrafinha ninja, dando uso ao imenso tempo que temos para pastar, resolvemos iniciar um fórum de discussão de tudo e mais alguma coisa. já lá vão alguns dias que a embarcação foi lançada ao mar, mas a viagem está mesmo no inicio - e não pretende ser mais do que um passeio despreocupado - os poucos users que já tem, foram sendo convidados por nós a participar. convite que estendo agora aos milhares e milhares de leitores deste blog, nomeadamente à imensa comunidade cibernauta iraniana que nos (!) costuma visitar.

barrakuda